A Saúde contida em um Abraço

O verbo ABRAÇAR indica cuidar, acolher ou afagar a alma de alguém com o toque dos braços. E atualmente quem é que não precisa de doses exacerbadas desse cuidado e afeto?

Segundo os especialistas ficar sem o toque físico é penoso para a saúde mental do indivíduo, visto que o ato está associado à produção de hormônios que liberam ao cérebro a ocitocina, que traz a sensação de bem-estar, além de contribuir para o aumento da confiança, empatia, e redução dos níveis de estresse.


É fato que nos últimos meses o ser humano teve que se habituar a uma nova rotina e junto a isso, ações simples como o abraço, têm sido ajustadas para se encaixar no que foi denominado de o “novo normal”. De acordo com Edna Ponciano, professora do Instituto de Psicologia (IP) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), desde a primeira infância experiências emocionais são manifestadas por sinais corporais. “Nesse sentido, o abraço entra como uma forma de sinalizar que uma coisa boa aconteceu”, explica.


Diante disso, surge a incógnita: Como serão os abraços e os eventos de confraternizações? Visto que, o brasileiro é um povo culturalmente alegre e isso faz com que o abraço seja algo inerente ao seu cotidiano.


Para responder a essa pergunta de forma efetiva, empresas por todo o mundo, inclusive brasileiras, têm se mobilizado para encontrar na ciência e tecnologia meios de criar “segurança física e psicológica” para que colaboradores, amigos e familiares, possam desfrutar da simplicidade de um abraço bem apertado.


Algumas sugestões tem surgido como: o uso de cortinas de plástico, segurar a respiração, não abraçar com os rostos muito próximos, não deixar as bochechas juntas na mesma direção, prender a respiração, abraçar por no máximo 10 segundos e, depois que acabar, sair correndo para direções opostas, estão entre as propostas criativas.


Porém, os gestos paliativos como o toque com os cotovelos ou as mãos fechadas são considerados ainda mais seguros, todavia insuficientes para alcançar a magnitude de um ABRAÇO.


Mas o importante de tudo isso é lembrarmos que a empatia e a solidariedade mesmo à distância devem ser preservadas e compartilhadas!


Um Abraço largo e carinhoso.



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